5 maneiras de identificar se uma pinta é perigosa
Câncer de pele

5 maneiras de identificar se uma pinta é perigosa

Quem não tem, ao menos, uma pinta no corpo que atire a primeira pedra. Os pontinhos, geralmente pretos, são muito comuns no rosto, nas costas, nos braços, nos ombros. Enfim, no corpo todo. Algumas, são apenas charme e não representam perigo nenhum. Outras, podem indicar uma doença grave: o câncer de pele.

Como diferenciar uma pinta comum de outra que pode ser perigosa?

Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), seguir a regra do ABCDE é uma boa forma para identificar mudanças nas pintas.

1 – Assimetria: diferenças visíveis no formato da pinta, apresentando forma irregular entre suas metades.

2 – Bordas irregulares: o contorno/margem da pinta fica irregular, como se as bordas estivessem borradas.

3 – Cores não uniformes: alteração na tonalidade ou na cor da pinta.

4 – Diâmetro: representa o tamanho da pinta, que normalmente tem 6mm. Em casos de câncer de pele, os pontinhos são maiores.

5 – Evolução: mudança progressiva na superfície da pinta e, consequentemente, em seu tamanho, passando do 6mm.

Além dos cinco aspectos citados, fique atento às pintas que coçam, doem, incham e sangram regularmente. Feridas que não cicatrizam também precisam ser levadas em conta.

Como evitar o aparecimento de pintas na pele?

A maneira mais eficaz de evitar o aparecimento de pintas e o câncer de pele é usando protetor solar todos os dias, inclusive em dias nublados e chuvosos. O sol está sempre lá em cima, jogando raios ultravioletas na Terra que, consequentemente, atingem a pele.

Com o protetor, além de evitar pintas, você também dribla o surgimento de manchas na pele e o envelhecimento precoce. Não tem como deixar de usar, não é mesmo?

Que tipo de pele é mais propensa a ter câncer de pele?

O câncer de pele é mais comum em pessoas de pele clara e sensível ao sol, cabelos claros ou com histórico da doença na família. Em casos assim, torna-se fundamental a visita periódica ao médico para que as pintas sejam avaliadas. Afinal, quanto mais cedo o diagnóstico for feito, maiores são as chances de cura. Queimaduras solares na infância também contribuem para o surgimento a doença no futuro.

Pintas com características anormais devem ser submetidas à biópsia, exame que confirma ou não o diagnóstico de câncer de pele. Se for câncer, a pinta deverá ser retirada por meio de procedimento cirúrgico para evitar a progressão para outras regiões do corpo ou a reincidência do tumor. Se a pinta for benigna, não há necessidade de retirá-la. Lembre-se de que a autoavaliação não é suficiente para o diagnóstico final. É preciso consultar um dermatologista para que as pintas sejam devidamente examinadas.

Mantenha os cuidados com a pele em dia. Além de cuidar de sua aparência, também ajudar a preservar a saúde. Se tiver alguma dúvida, faça sua pergunta que a dermatologista responde!

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